Gerenciando la podredumbre

por Alfonso

Incontables horas de Plinio se invert�an en hablar sobre la situaci�n de sus seguidores, o los "miembros del grupo". Joao Cla Dias ten�a amplio acceso al l�der y usaba esto para conseguir poder dentro de la organizaci�n, poniendo a su gente el posiciones clave y mandando a "retiros" o a la famosa "cam�ndula" a los que no gozaban de su aprobaci�n. 

De hecho, Plinio en un punto hab�a totalmente tercerizado en Joao Cla decisiones sobre el destino y ubicaci�n de las personas dentro de la TFP. Lo s� porque el mismo Plinio me lo dijo a mi durante una conversaci�n que tuve mientras yo era miembro de la TFP sudafricana que ya contar� en otra oportunidad.  

Al controlar acceso al l�der, Joao Cla se convirti� durante muchos a�os en el "canal necesario de accesso a Plinio" que �l profesaba querer abolir en relaci�n a otras personas mayores del grupo.

La cantidad de abuso de las conciencias y de las personas hechas por Joao Cla, bajo la fingida ignoracia de Plinio fue enorme. Pero �ste resulto altamente beneficiado ya que, cuando lleg� el momento, pudo apropiarse de una parte significativa del grupo y fundar sus Heraldos del Evangelio, que al d�a de hoy est�n dirigidos por ex-miembros de Tradici�n Familia Propiedad.

Copio abajo la transcripci�n de una de centenas de reuniones de este tipo, donde Joao Cla informa a Plinio sobre algunas personas, y este hace comentarios. No olvidemos que todo esto era archivado para ser usado por Joao Cla como herramienta de presi�n o coerci�n m�s tarde.

* * *

Si pierde contacto... se pudre todo! Pero al final, se pudri� todo, de todas maneras.

PCO: Meu filho, por curiosidade, no que � que deu aquela dupla Felipe e aquele careca do Rio Grande do Sul?



(Sr. J. Cl�: O Sr. Argemiro est� l� no Japi, est� quietinho, n�o saiu de l�. Fez retiro, aproveitou muito bem o retiro e est� l�.)

PCO: N�o fez revolta nem nada?

(Sr. J. Cl�: N�o, n�o, muito quietinho. E o Sr. Felipe est� no �remo do Praesto Sum, n�o tem nada assim mais de especial.)

PCO: Achei o Felipe com a cara t�o desinfestada, t�o normal... Ele estava p�ssimo.

(Sr. J. Cl�: Sabe o que acontece? � o que eu disse ao senhor: quando eles saem do �remo e v�o para outra fun��o nas m�os de outros eu perco o contato. N�o tenho contato com o pessoal da Ang�lica, por exemplo, porque o sistema de servi�o � completamente diferente. Eu fui educado numa outra escola de servi�o, a escola do senhor, que � uma escola s�ria evidentemente, mas que n�o p�e o servi�o acima da vida espiritual nunca. Mesmo em �pocas de trabalho o senhor sempre coloca as ora��es em dia na hora que � a hora melhor do dia.)

PCO: �.

(Sr. J. Cl�: Esse pessoal gosta de trabalhar na hora melhor do dia e deixar as ora��es para a hora pior do dia.)

PCO: � noite?

(Sr. J. Cl�: �.)

PCO: Eu reputo isso uma imprud�ncia.

(Sr. J. Cl�: Eu tamb�m acho. Ent�o eu perco o contato e o que acontece � que depois de um ano eles est�o apodrecidos e � preciso substituir. A gente traz de volta para o �remo e p�e outros. O que normalmente tem acontecido � isso.)

PCO: Meu filho, mas a coisa � menos simples. Por exemplo, o Argemiro apodrece [citricamente?].

(Sr. J. Cl�: � o �nico caso, mas os outros n�o. O senhor pega o Sr. Vasco. O Sr. Vasco estava aqui nas m�os do apartamento da Ang�lica e estava dando um trabalho daqueles. Est� l� no Praesto Sum quietinho, n�o est� dando trabalho nenhum.)

PCO: E o...

(Sr. J. Cl�: Dominguez?)

PCO: N�o, o Dominguez foi para os Estados Unidos, n�o �?

(Sr. J. Cl�: �.)

PCO: N�o. O Mascaro.

(Sr. J. Cl�: Esse Mascaro... esse � um problema complicado.)

PCO: Sumiu?

(Sr. J. Cl�: N�o, ele foi para It�lia... Um dia me pediu para ver os pap�is dele, eu vi que ele estava querendo dar um passeio na It�lia ent�o quis amarr�-lo em algum servi�o. Eu disse: "�timo, o senhor vai para l� e o senhor j� ajuda um pouco no bureau". O que � que ele fez? Passeou um m�s e tr�s semanas, e na �ltima semana apareceu em Roma dizendo que estava disposto para o trabalho, que s� tinha sete dias, mas que estava disposto a voltar.)

PCO: A voltar, �?

(Sr. J. Cl�: A voltar para l� para Roma. Veio para c� e como ele estava na hip�tese de voltar para Roma ficou aqui residindo no apartamento dos Macabeus. Ele n�o faz nada, ele faz as coisas dele.)

PCO: Mas quais s�o as tais coisas dele?

(Sr. J. Cl�: Por exemplo, quando ele estava em S�o Bento eu persegui a ele de perto para saber o que � que ele fazia. Ele passou durante uns quinze dias cuidando do translado de um cad�ver de um italiano que tinha morrido aqui e que queria ser enterrado na It�lia. Ent�o o filho queria levar o corpo para It�lia. Ele como se fosse uma ag�ncia de turismo, uma ag�ncia de passagens, andou ajeitando a ida desse corpo para It�lia para ser enterrado na It�lia. Isto sem ganhar muito, � pura e simplesmente para mexer. Ent�o no momento ele est� aqui hospedado no apartamento dos Macabeus e vive fazendo as trambicagens dele a�.)

PCO: Qual � o apartamento dos Macabeu?

(Sr. J. Cl�: � um que fica ali ao lado da Martim Francisco, ali do "Catolicismo", onde est� o Sr. Bacceli trabalhando, onde vive o Sr. Freddy, os Macabeus. Nem mais nem menos, nem pior nem melhor, est� ali.)

PCO: Esse n�o se emenda, n�o �?

(Sr. J. Cl�: N�o sei se ele entende a voca��o, n�o creio que entenda.)

PCO: Ele nunca manifestou desejo de se casar, n�o?

(Sr. J. Cl�: N�o. Ele � esperto demais para se casar.

* * * 

Interesante notar como Joao Cla le dice a Plinio que la gente que �l pone en otras casas de la TFP, fuera de los �remos que �l controla, se "pudren" a medida que pasan tiempo lejos de su esfera de influencia, y que hay que rotarlos de vuelta a los �remos y reemplazarlos por otros... que se ir�n pudriendo paulatinamente hasta que tengan que ser reemplzados una vez m�s. Un m�todo muy interesante de manejar el personal, ciertamente.

En su comentario final, el ahora Monse�or Joao Cla deja claro lo que piensa del matrimonio. Por lo visto algo para la gente poco inteligente.

Como digo, un bot�n de muestra del nivel de "micro-management" de las personas dentro del grupo. Veremos otros m�s adelante.

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